O Corinthians publicou nesta quinta-feira uma nota oficial informando que irá representar formalmente junto à Conmebol os episódios registrados durante uma partida da competição continental, contra o Santa Fe, da Colombia.

No comunicado, o clube classificou os acontecimentos como “graves” e afirmou que solicitará providências da entidade sul-americana. O Corinthians também reforçou que repudia qualquer tipo de manifestação discriminatória ou comportamento incompatível com o ambiente esportivo.
A diretoria alvinegra informou ainda que acompanha o caso de perto e que está reunindo imagens, registros e demais materiais para encaminhamento formal à Conmebol.
Leia a nota na íntegra:
O Sport Club Corinthians Paulista informa que irá representar formalmente junto à Conmebol os graves episódios ocorridos durante a partida contra o Independiente Santa Fe, realizada em Bogotá na última quarta-feira (06), solicitando a apuração rigorosa dos acontecimentos e a adoção das medidas cabíveis.
Ao longo da partida foram registrados atos inaceitáveis incluindo o arremesso de objetos em direção aos atletas e membros da comissão técnica corinthiana, além de gritos desrespeitosos direcionados ao goleiro Hugo Souza. Soma-se a isso o lamentável gesto racista praticado por um torcedor presente no estádio, fato que causa indignação e exige – mais uma vez – providências firmes das autoridades competentes.
O clube reforça seu compromisso histórico no combate a qualquer forma de discriminação, violência ou intolerância, dentro e fora dos estádios, e seguirá atuando para que o futebol seja um ambiente de respeito e igualdade para todos.
Em entrevista ao site Meu Timão, Leonardo Pantaleão, presidente em exercício do Conselho Deliberativo do Corinthians e coordenador do Grupo de Apoio ao Torcedor nos jogos como visitante, afirmou que o clube deverá buscar providências sobre o caso.
“Já conversamos internamente e adoratemos as providências em busca da punição. Isso já passou da hora de acabar. É crime e deve ser punido”, disse Pantaleão.
Até o momento, a Conmebol ainda não se pronunciou oficialmente sobre possíveis medidas relacionadas ao caso.










